A cultura Katápi é uma cultura de determinação, aprendizagem e qualificação contínua. Todo tempo deve ser usado para o aperfeiçoamento. Esta qualificação que buscamos é interna e externa. Temos como meta o desenvolvimento das potencialidades internas que estão latentes no homem e também a qualificação externa que definimos como o preparo para o mundo.
A humanidade passa por um processo de hibernação e é preciso acordá-la. Acordá-la é levar às pessoas o conhecimento dos cinco elementos, dos sete princípios e da dualidade que nos cerca.
Acordar é tornar a viver, ou melhor, começar a viver, pois no processo de adormecimento em que nos encontramos a vida não passa de um contar de horas. Gosto muito de repetir uma frase de Fernando Pessoa. Diz ele que a maioria das pessoas não passa de “cadáveres vivos que procriam”. Pouquíssimas pessoas podem se dão ao luxo de realmente estarem vivas. Enquanto não nos conhecermos estaremos neste estado de mortos-vivos.
Para despertarmos a verdadeira vida temos de tomar consciência de quem realmente somos. Esta consciência só vem com investigação e ação sobre quem somos.
Katápi é uma escola de ação, uma senda, uma filosofia de vida que tem como arquétipos os samurais e estóicos somados com o espírito de brasilidade.
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