Cada elemento corresponde a um plano ou mundo.
O elemento Terra corresponde ao mundo físico
O elemento Água ao mundo energético.
O elemento ar ao mundo astral ou emocional.
E o elemento Fogo ao mundo mental.
O Éter é o elemento mais sutil e percorre todos os outros elementos. Dominar o Éter é conquistar a si mesmo, vamos chamá-lo de consciência. Alguns poderão aprofundar mais sobre o estudo dele, mas aqui para nós como uma filosofia prática e não de especulação já podemos estar por satisfeitos.
Os elementos se comunicam entre si. Interferem uns nos outros pelas Leis de correspondência e vibração. Através destas Leis e das outras poderemos estar moldando os elementos como um artista esculpe uma obra de arte. Nós sobre o artista e a própria obra.
Quando falamos nos Cinco Elementos muitos se lembram das alquimistas. Sim tem tudo haver fazer esta correspondência. Os alquimistas trabalhavam os elementos em seu laboratório, mas o que muito não sabem é que estes elementos eram trabalhados dentro deles e não apenas externamente no mundo físico. Os alquimistas buscavam uma transmutação não apenas na matéria, mas neles próprios. Seu sonho era alcançar “A Grande Obra”. O transformar chumbo em ouro era transformar o homem de chumbo em homem de ouro. Laboratório é a união de Labor que corresponde a trabalho e oratório. Eles trabalhavam o trabalho sagrado.
Os samurais também tinham uma saga de se aperfeiçoar a cada dia e a cada momento. Enquanto os alquimistas buscavam “A Grande Obra”, os samurais buscavam “A Grande Façanha”. Esta também tem haver com o seu mundo interior e não apenas o exterior. Quem conhece a historia de Musashi percebe que ele evolui interiormente e passou da qualidade de Takezo para Musashi. É isto que devemos fazer, evoluirmos sempre. Procurarmos nos aperfeiçoarmos a cada dia em cada campo de atuação que os elementos nos apresentem. Temos que criar esta cultura de aprendizado constante.
Nosso objetivo é buscarmos “A Grande Obra” e “A Grande Façanha” a cada dia.
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